The Lord Is My Rock and Fortress.

The Lord Is My Rock and Fortress.

When I read Psalm 18, what strikes me isn’t how beautiful the language is, but how compressed it feels, as if David is reaching for words faster than they can come. He isn’t crafting a song for effect. He’s naming what kept him standing.

Let’s start where the weight really sits, because David isn’t trying to sound poetic here – he’s speaking from lived experience.

“The Lord is my rock, my fortress and my deliverer; my God is my rock, in whom I take refuge, my shield and the horn of my salvation, my stronghold.” Psalm 18:2

David doesn’t stop at one image. He keeps adding more.

  • Rock.
  • Fortress.
  • Refuge.
  • Shield.
  • Stronghold.

That tells me something. When life is pressing hard, one description of God doesn’t feel like enough. You need something beneath you. Something around you. Something that holds when everything else feels unstable.

This isn’t abstract theology. It’s survival language. David is describing God the way someone does when they’ve been chased, cornered, and somehow kept alive.

What’s interesting is how Solomon echoes that same reality, but in a very different tone.

“The name of the Lord is a strong tower;
the righteous run to it and are safe.” Proverbs 18:10

Solomon doesn’t linger on imagery. He sharpens the point. And the word that keeps standing out to me is run.

  • Not admire.
  • Not consider.
  • Not talk about.

Run.

And this is where something personal comes into view. Solomon wasn’t writing in a vacuum. He was David’s son. He grew up watching a father whose faith wasn’t theoretical – it was lived out in caves, on battlefields, through failure and repentance, through deliverance and restoration.

Solomon would have heard the stories. He would have seen the cost. He would have watched what his father did when things fell apart – where he ran, who he trusted, and how God proved faithful again and again. So when Solomon writes about a strong tower, it doesn’t feel like borrowed language. It feels observed. As if he’s saying, “I’ve seen this work.”

Put the two together, and here’s what I can’t get away from.

  • David shows us who God is when pressure comes.
  • Solomon shows us what the righteous do with that knowledge.
  • One reveals God’s nature.
  • The other exposes our response.

In David’s world, a strong tower wasn’t a comforting idea – it was the last place you could go. High ground. Thick walls. One narrow entrance. Once you were inside, the enemy couldn’t reach you.

Earthly towers could fall, of course – but that’s where the picture gives way to something deeper.

Because the Lord is not a tower that collapses.

  • He doesn’t weaken with time.He doesn’t crack under pressure.He doesn’t shift when the ground shakes.
What falls in this world is built by human hands. What stands is grounded in who God is.

That’s why Scripture keeps pointing us back to:

  • His Name.
  • His character.
  • His faithfulness.
  • His authority.

These aren’t ideas to admire from a distance. They are places of refuge.

Conclusion

And here’s the part that quietly challenges me.

A tower only protects those who actually enter it. Standing nearby doesn’t help. Talking about it doesn’t help. Sharing the verse doesn’t help.

At some point, you either move towards God – or you don’t.

So today, if you feel under pressure, unsettled, or simply tired of holding things together, let these two verses do their quiet work.

David reminds us that:God is enough – solid, layered, unmovable.

Solomon reminds us that: Faith isn’t passive – it moves.

  • You don’t need better words.You don’t need stronger resolve.You don’t need to impress anyone.

You just need to know where to go.

And when you run:

  • Not perfectly.
  • Not bravely.
  • But honestly.

You’ll find what Scripture has always said is there.

SAFETY. REFUGE. A STRONG TOWER THAT STILL STANDS.

That’s where I’m choosing to rest today.

God bless you in your journey of faith.

Albert


Portuguese.

Quando leio o Salmo 18, o que me impressiona não é a beleza da linguagem, mas como ela parece compacta, como se Davi estivesse procurando palavras mais rápido do que elas podem surgir. Ele não está compondo uma canção para causar efeito. Ele está nomeando o que o manteve de pé.

Vamos começar onde realmente está o peso, porque Davi não está tentando soar poético aqui — ele está falando a partir de sua experiência de vida.

“O Senhor é minha rocha, minha fortaleza e meu libertador; meu Deus é minha rocha, em quem me refugio, meu escudo e o chifre da minha salvação, minha fortaleza.”Salmo 18:2

Davi não para em uma imagem. Ele continua acrescentando mais.

§ Rocha.

§ Fortaleza.

§ Refúgio.

§ Escudo.

§ Fortaleza.

Isso me diz algo. Quando a vida está difícil, uma descrição de Deus não parece suficiente. Você precisa de algo sob você:

§ Algo ao seu redor.

§ Algo que se mantenha quando tudo o mais parece instável.

Isso não é teologia abstrata. É linguagem de sobrevivência. Davi está descrevendo Deus da maneira como alguém faz quando é perseguido, encurralado e, de alguma forma, mantido vivo.

O interessante é como Salomão ecoa essa mesma realidade, mas em um tom muito diferente.

“O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros.”Provérbios 18:10

Salomão não se detém nas imagens. Ele aguça o ponto. E a palavra que continua se destacando para mim é correr.

§ Não admirar.

§ Não considerar.

§ Não falar sobre.

Correr.

E é aí que algo pessoal entra em cena. Salomão não estava escrevendo no vácuo. Ele era filho de Davi. Ele cresceu vendo um pai cuja fé não era teórica — ela era vivida em cavernas, em campos de batalha, através do fracasso e do arrependimento, através da libertação e da restauração. Salomão deve ter ouvido as histórias. Ele deve ter visto o custo. Ele deve ter observado o que seu pai fez quando as coisas desmoronaram — para onde ele fugiu, em quem confiou e como Deus provou ser fiel repetidas vezes.

Então, quando Salomão escreve sobre uma torre forte, não parece uma linguagem emprestada. Parece observada. Como se ele estivesse dizendo: eu vi isso funcionar.

Junte as duas coisas e eis o que não consigo ignorar.

§ Davi nos mostra quem é Deus quando a pressão chega.

§ Salomão nos mostra o que os justos fazem com esse conhecimento.

o Um revela a natureza de Deus.

o O outro expõe nossa resposta.

No mundo de Davi, uma torre forte não era uma ideia reconfortante — era o último lugar para onde você poderia ir. Terreno elevado. Paredes grossas. Uma entrada estreita. Uma vez dentro, o inimigo não podia alcançá-lo. Torres terrenas podiam cair, é claro — mas é aí que a imagem dá lugar a algo mais profundo.

Porque o Senhor não é uma torre que desaba.

§ Ele não enfraquece com o tempo.

§ Ele não se quebra sob pressão.

§ Ele não se move quando o chão treme.

O que cai neste mundo é construído por mãos humanas. O que permanece está fundamentado em quem Deus é.

É por isso que as Escrituras continuam nos levando de volta a:

§ Seu nome.

§ Seu caráter.

§ Sua fidelidade.

§ Sua autoridade.

Essas não são ideias para admirar à distância. São lugares de refúgio.

Conclusão:

E aqui está a parte que silenciosamente me desafia.

Uma torre só protege aqueles que realmente entram nela. Ficar perto não ajuda. Falar sobre ela não ajuda. Compartilhar o versículo não ajuda. Em algum momento, você se aproxima de Deus — ou não.

Então, hoje, se você se sente pressionado, inquieto ou simplesmente cansado de manter as coisas sob controle, deixe esses dois versículos fazerem seu trabalho silencioso.

Davi nos lembra que:

§ Deus é suficiente — sólido, multifacetado, inabalável.

Salomão nos lembra que:

§ A fé não é passiva — ela move.

o Você não precisa de palavras melhores.

o Você não precisa de uma determinação mais forte.

o Você não precisa impressionar ninguém.

o Você só precisa saber para onde ir.

E quando você correr:

§ Não perfeitamente.

§ Não corajosamente.

Mas honestamente – você vai descobrir o que as Escrituras sempre disseram que existe.

SEGURANÇA. REFÚGIO. UMA TORRE FORTE QUE AINDA ESTÁ DE PÉ.

É aí que estou escolhendo descansar hoje.

Deus te abençoe em sua jornada de fé.

Albert


French.

Quand je lis le Psaume 18, ce qui me frappe, c’est pas tant la beauté du langage que son caractère condensé, comme si David cherchait ses mots plus vite qu’ils ne lui viennent. Il ne compose pas un chant pour faire joli. Il dit juste ce qui l’a aidé à tenir bon.

Commençons par le plus important, parce que David essaie pas d’être poétique ici, il parle de son expérience vécue.

« L’Éternel est mon rocher, ma forteresse et mon libérateur ; mon Dieu est mon rocher, en qui je me réfugie, mon bouclier et la corne de mon salut, ma retraite. » – Psaume 18:2

David ne s’arrête pas à une seule image. Il en ajoute d’autres.

§ Rocher.

§ Forteresse.

§ Refuge.

§ Bouclier.

§ Retraite.

Ça me dit quelque chose. Quand la vie est difficile, une seule description de Dieu ne suffit pas. On a besoin de quelque chose sous nos pieds :

§ Quelque chose autour de nous.

§ Quelque chose qui nous soutient quand tout le reste semble instable.

Ce n’est pas de la théologie abstraite. C’est un langage de survie. David décrit Dieu comme quelqu’un qui a été poursuivi, acculé et qui a réussi à rester en vie.

Ce qui est intéressant, c’est que Salomon fait écho à cette même réalité, mais dans un ton très différent.

« Le nom du Seigneur est une tour forte ; les justes y courent et sont en sécurité. » – Proverbes 18:10

Salomon ne s’attarde pas sur les images. Il va droit au but. Et le mot qui me frappe le plus est « courir ».

§ Pas « admirer ».

§ Pas « réfléchir ».

§ Pas « parler ».

Courir.

Et c’est là qu’un truc personnel entre en jeu. Salomon n’écrivait pas dans le vide. Il était le fils de David. Il a grandi en observant un père dont la foi n’était pas théorique, mais vécue dans des grottes, sur des champs de bataille, à travers l’échec et la repentance, à travers la délivrance et la restauration. Salomon a dû entendre les histoires. Il a dû voir le prix à payer. Il a dû observer ce que son père faisait quand tout s’écroulait : où il fuyait, à qui il faisait confiance, et comment Dieu se montrait fidèle encore et encore.

Ainsi, lorsque Salomon écrit à propos d’une tour forte, cela ne semble pas être un langage emprunté. Cela semble être observé. Comme s’il disait : « J’ai vu que cela fonctionnait. »

Mettez les deux ensemble, et voici ce qui me frappe.

§ David nous montre qui est Dieu quand les choses se compliquent.

§ Salomon nous montre ce que les justes font avec cette connaissance.

o L’un révèle la nature de Dieu.

o L’autre montre notre réaction.

Dans le monde de David, une tour forte n’était pas une idée réconfortante, c’était le dernier endroit où tu pouvais aller. En hauteur. Avec des murs épais. Une seule entrée étroite. Une fois à l’intérieur, l’ennemi ne pouvait pas t’atteindre. Les tours terrestres pouvaient s’écrouler, bien sûr, mais c’est là que l’image laisse place à quelque chose de plus profond.

Car le Seigneur n’est pas une tour qui s’effondre.

§ Il ne s’affaiblit pas avec le temps.

§ Il ne cède pas sous la pression.

§ Il ne bouge pas quand le sol tremble.

Ce qui tombe dans ce monde est construit par des mains humaines. Ce qui reste debout est ancré dans qui est Dieu.

C’est pourquoi les Écritures nous renvoient sans cesse à :

§ Son nom.

§ Son caractère.

§ Sa fidélité.

§ Son autorité.

Ce ne sont pas des idées à admirer de loin. Ce sont des lieux de refuge.

Conclusion :

Et voici la partie qui me interpelle discrètement.

Une tour ne protège que ceux qui y entrent. Se tenir à proximité n’aide pas. En parler n’aide pas. Partager le verset n’aide pas. À un moment donné, soit vous vous rapprochez de Dieu, soit vous ne le faites pas.

Alors aujourd’hui, si vous vous sentez sous pression, perturbé ou simplement fatigué de tout gérer, laissez ces deux versets faire leur travail en silence.

David nous rappelle que :

§ Dieu suffit – solide, profond, inébranlable.

Salomon nous rappelle que :

§ La foi n’est pas passive – elle agit.

o Vous n’avez pas besoin de meilleurs mots.

o Vous n’avez pas besoin d’une plus grande détermination.

o Vous n’avez pas besoin d’impressionner qui que ce soit.

o Tu as juste besoin de savoir où aller.

Et quand tu cours :

§ Pas parfaitement.

§ Pas courageusement.

Mais honnêtement – tu trouveras ce que les Écritures ont toujours dit être là.

LA SÉCURITÉ. LE REFUGE. UNE TOUR SOLIDE QUI TIENT TOUJOURS.

C’est là que je choisis de me reposer aujourd’hui.

Que Dieu te bénisse dans ton cheminement de foi.

Albert

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